Estamos em altura de compras ou de vendas?

Todos sabemos que os mercados estão relacionados com os resultados e performances das empresas e países. No entanto, nem sempre esta relação é linear visto ocorrerem outros fatores que podem distorcer o mercado. Neste momento a maior distorção não é o Covid-19 mas sim o medo.



A incerteza e desconhecimento sobre este vírus, provocou nas massas um medo generalizado. O medo gera ações de pânico. Os governos foram obrigados (quer pelos receios das populações, quer pelo comportamento de outros países) a colocarem em prática planos para restringir o vírus e provocar um confinamento compulsório.


Resultado na economia: o fecho, mesmo que de forma parcial, de países inteiros bem como continentes inteiros e isto provocou um fecho na economia. Não existindo a balança normal entre a oferta e procura, não existindo produção, as empresas entraram em Lei-Off e muitas fecharam definitivamente as portas por ser insustentável manter uma estrutura para a qual não existe rendimentos para as pagar.


Resultado nos mercados: as quedas acentuadas nos mercados, foram os resultados das políticas de confinamento. Empresas sem lucros é igual a empresas sem valor. O Pânico instalou-se nos investidores.


O futuro próximo

À medida que os efeitos do vírus vão desaparecendo e o desconfinamento vai sendo colocado em prática, iremos assistir a um gradual retorno à atividade. Mas a fase inicial será muito dura com as empresas a tentarem sobreviver à tempestade que devastou a economia. Agora é altura de avaliar a situação e colocar em marcha planos para retomar.


Vamos continuar durante Maio e início de Junho a uma retoma gradual. No verão deveremos assistir a uma aceleração da economia. Mas as contas são duras: Por mais retoma que possa existir no segundo semestre, não é possível recuperar o suficiente e só em 2021 é que finalmente a economia retornará aos resultados positivos.


Para o Investidor

Durante Maio viveremos um período de muita incerteza. Teremos certamente períodos de euforia de eventual recuperação dos mercados, mas também existirá desapontamento pelos indicadores económicos muito maus. Iremos assim assistir a alguma agitação e volatilidade, fruto da incerteza e das ações emotivas dos investidores


No entanto, e apesar das eleições nos Estados Unidos marcadas para Novembro, é natural podermos observar uma gradual e consistente recuperação dos mercados. É sabido que antes de a economia melhorar e o emprego estabilizar, já os mercados anteciparam com recuperações nas bolsas antes de chegar às "bolsas" das empresas.





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